Mais um ano.
Mais um Carnaval.
Mais um encontro de amigas.
Mais uma adoração ao maravilhoso néctar do Deus Baco!
Mais um momento para recordar :)
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Serenidade!

Hoje foi um dia de trabalho dedicado à divulgação porta-a-porta, neste caso de Unidade de Alojamento em Unidade, para dar a conhecer o Centro de Interpretação Batalha de Aljubarrota.
Inveja é um sentimento pouco nobre, mas confesso que foi o que senti quando me encontrei com o responsável da Quinta de Rio Alcaide. O Senhor estava em paz com o mundo e equilíbrio com a natureza. Encontrava-se com botins e uma pá, pronto para o trabalho de ajardinamento que por certo uma quinta com esta dimensão exige. Encontrava-se a trabalhar num cantinho do paraíso a ouvir o canto dos pássaros e a sentir o cheiro da terra e a frescura da água.
Inveja foi o que senti mais uma vez quando fui à Casa dos Matos. Desta vez o Senhor que nos recebeu estava a fumar calmamente o seu cigarro pós-almoço. Pediu para entrarmos e para nos sentarmos. Explicamos tudo com a mesma calmo com a qual fomos recebidos. No final de toda a explicação o Senhor diz-nos: "só há um problema, tenho que ir levar os miúdos à escola...", ao que nós respondemos que também já havíamos terminado e também tínhamos de ir reconfortar o estômago.
Com tantos problemas no mundo normal, desemprego, crédito mal parado, blá, blá, blá, este Homem vai buscar os filhos à escola para almoçar em família, tem o tempo e o silêncio necessário para fumar um cigarro com tranquilidade, e o único problema que tem é o de "levar os filhos à escola". Fantástico!
É preciso tão pouco para sermos felizes, não é!
Porquê que inventamos?
Inveja é um sentimento pouco nobre, mas confesso que foi o que senti quando me encontrei com o responsável da Quinta de Rio Alcaide. O Senhor estava em paz com o mundo e equilíbrio com a natureza. Encontrava-se com botins e uma pá, pronto para o trabalho de ajardinamento que por certo uma quinta com esta dimensão exige. Encontrava-se a trabalhar num cantinho do paraíso a ouvir o canto dos pássaros e a sentir o cheiro da terra e a frescura da água.
Inveja foi o que senti mais uma vez quando fui à Casa dos Matos. Desta vez o Senhor que nos recebeu estava a fumar calmamente o seu cigarro pós-almoço. Pediu para entrarmos e para nos sentarmos. Explicamos tudo com a mesma calmo com a qual fomos recebidos. No final de toda a explicação o Senhor diz-nos: "só há um problema, tenho que ir levar os miúdos à escola...", ao que nós respondemos que também já havíamos terminado e também tínhamos de ir reconfortar o estômago.
Com tantos problemas no mundo normal, desemprego, crédito mal parado, blá, blá, blá, este Homem vai buscar os filhos à escola para almoçar em família, tem o tempo e o silêncio necessário para fumar um cigarro com tranquilidade, e o único problema que tem é o de "levar os filhos à escola". Fantástico!
É preciso tão pouco para sermos felizes, não é!
Porquê que inventamos?
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Ternura da Infância

Lembrei-me no outro dia dos meus vizinhos protectores da infância pelos quais tenho uma enorme estima e consideração, apesar de só os ver aí de 3 em 3 anos: a Lídia e o Fernando.
A Lídia é ainda mais velha que o meu irmão e o meu nascimento representou para ela uma quebra muito interessante nas suas rotinas. Ela idolatrava-me: dava-me banho, levava-me a passear, comprava-me guloseimas, MIMAVA-ME BUÉ. E eu por meu lado adorava-a. Sentia uma protecção nela infindável.
A Lídia casou quando eu tinha 6 anos, e escusado será dizer que fui eu a menina das alianças. Fui eu também que estreei a cama do quarto de hóspedes...A Lídia foi a minha madrinha de crisma. Foi o reconhecimento de toda a ternura, o amor e a dedicação que ela me deu.
O Fernando, irmão da Lídia, também gostava muito de mim, à sua maneira é claro...Os Homens não têm tanto jeito para demonstrarem afecto! E eu ainda por cima era tímida e envergonhada com os meninos...O facto de eu não ter tanta afinidade com ele deixava-o frustrado.
O Fernando andava na tropa. Não tinha ordenado, ou melhor tinha o ordenado idiota que a tropa dava. Mas foi com esse ordenado que ele me comprou um tabelete de chocolate para mostrar o quanto gostava de mim, à sua maneira! [Deixou de comprar um maço de tabaco ou qualquer outra coisa para me mimar!]
Eu nesse momento fiquei tão contente que me fui recolher no meu quarto com o chocolate. Acho que nem lhe agradeci... de tão surpreendida que fiquei! No meu quarto fui tentar partir o chocolate aos bocadinhos tal como estava na embalagem, em vão claro...
Obrigada Senhor por me teres proporcionado momentos tão bons e por me teres colocado no caminho pessoas tão magníficas.
Obrigada Senhor por me manteres a memória intacta para poder recordar estes bons momentos!
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
A minha alegre casinha
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Férias
Olá,Olá! 

Depois de um dia com várias reuniões, e muitos trambolhões, só para rimar, é hora de pensar nas coisas que realmente interessam: as férias.
Bem, vou de férias de 5 a 17 de Abril e gostava de ir conhecer os Açores, S. Miguel.
Se souberem, vocês os 4 que lêem isto, de alguma pechincha avisem-me sff.
Beijocas!
[Estou tão feliz e contente, o mundo é lindo e o sol brilha, trá, lá lá,lá lá!]
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