quinta-feira, 4 de março de 2010

Família Verdadeira

Por ocasião da leitura do artigo de opinião de Moisés Espírito Santo no Jornal de Leiria (4 de Março de 2010), lembrei-me de registar algo que já há algum tempo me anda a atormentar:

Como é que a felicidade de
terceiros, que em nada prejudica a vida do mais comum cidadão, pode
incomodar
tanto um cristão?

Porquê que o amor ao próximo, expoente máximo da igreja, incomoda tanto um
cristão?

Será que é
mais verdadeira uma família em que a criança
assiste os seus pais (de
sexos diferentes) a esbofetearem-se ou a
agredirem-se
verbalmente?

Será que o conteúdo
conceptual destas manifs faz
sentido na cabeça de quem as
organiza ou de quem participa nelas?


Só falta dizer que para ser uma família
verdadeira o
Homem tem de ser mais alto e mais velho que a Mulher, têm de
fazer amor na cama
na posição de missionário, e sei lá que mais...
Isto é tudo um bocado parvo, ou será só impressão minha?

1 comentário:

avant-guarda disse...

Ó Chaga, também não sejas assim tão modernaça... Eu cá concordo plena e absolutamente com a questão de fazer o amor na posição do missionário, o resto é tudo pecado! :P